Os principais minérios do Brasil

Ferro

No final do século XVIII descobriu o ferro no Brasil passou a ser útilizado no século XIX, em Minas Gerais.

O Brasil é a quinta maior minerador do planeta, possuindo um extensa volume de minério. Com o elevado texto de ferro contido nesses minérios, o Brasil está entre os mais grandes produtores exportadores de ferro do planeta.

Os mais importantes minérios do ferro são:

Magnetita – 72,4% texto de ferro.
Hematita – 70,0% texto de ferro.
Limonita – 59,9% texto de ferro.
Siderita – 48,0% texto de ferro.

As jazidas mais importantes de ferro brasileiras são: Quadrilátero de Ferro (Minas Gerais), Cordilheira dos Carajás (Pará), Cômoro do Urucum (Mato Grosso do Sul).

Quadrilátero de Ferro de Minas Gerais

O Quadrilátero de Ferro de Minas Gerais é a principal extensão produtora de minério de ferro do Brasil, responsáveis por cerca de 75% da produção pátrio. Com 8.000km quadrados essa extensão abrange as cidade de Belo Horizonte, Congonhas do Torrão, Mariana Santa Bárbara.

A Companhia Vale do Rio doce (CVRD) é a maior empresa produtora de minério de ferro do Brasil, fornecendo tanto para o mercado extrínseco quanto para o interior.

A maior parte das produções para o mercado extrínseco é escoada pela caminho de ferro Vitória-Minas até o Porto de Tubarão, no Alma Santo.

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Cabeça do Urucum em Mato Grosso

Está situado na localidade do Tremedal no Mato Grosso do Sul. Existem número reduzido de estorvos no aproveitamento dos recursos dessa extensão, como enorme intervalo dos mais grandes mercados de consumo, a baixa qualidade do minério. Por consequência, a produção desses minérios ainda é bastante pequena, é normalmente destinada para a Argentina Paraguai.

Cordilheira dos Carajás no Pará

Situada no Sudeste do Pará, é considerada uma das mais grandes jazidas de ferro do planeta, sendo desvendada em 1967 pela Companhia Meridional de mineração (subsidiária do U.S. STEEL Corp.).

Tem grandes reservas de ferro manganês, em média há uma produção mineral de 50 milhões de toneladas anuais. O minério é escorrido pela passeio Ponta da Madeira até o Terminal Itaqui, em São Luís, no Mentira.

A Companhia Vale do Rio Doce detém o recta de exploração da Cordilheira de Carajás.

Manganês

O Brasil tem a sexta maior suplente do planeta de manganês, sendo por volta de 53.790 toneladas. As jazidas de manganês mas essenciais estão localizadas no Monte dos Carajás (PA) no Quadrilátero do Ferro (MG).

Mais ou menos 95% do manganês é aproveitado na indústria, essa extensa utilização faz deste minério estratégico, porque seus primordiais usuários, como os EUA, França, Alemanha, Japão, não possuem reservas.

Alumínio

O Brasil ocupa a 3ª posição em suplente de alumínio, que possui a bauxita como o principal minério. As reservas mundiais de bauxita chegam a 28,8 toneladas, o Brasil tem 13,5% deste totalidade. Os depósitos estão localizados aos redores da área Amazônica, Amapá, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo Santa Catarina.

Cobre

É um dos metais mais consumidos mundialmente, ultrapassado somente pelo ferro pelo alumínio. Os minérios mas essenciais são os sulfetos, que contém até 2,0% de cobre.

As piores reservas de cobre do planeta estão no Chile (27,3%) nos estado Unidos (15,1%). O Brasil possui unicamente 1,9% das suplente mundiais uma produção que chega a respeito de 0,4% da produção universal, ou melhor, país é bastante carente deste metal, se constituindo um extensa comprador no mercado universal.

As jazidas brasileiras de minério de cobre mas essenciais são: Camaquã (RS), Caraíba (BA), Carajás (PA).

Como funciona uma mina de diamantes?

Na aglomeração dos casos, máquinas gigantes escavam a procura das pedras valiosas, que são separadas do cascalho pelo peso identificadas por um sofisticado sistema de raios x. As minas são criadas em regiões com subida concentração de um gênero de de rocha, apelidado pelos geólogos de kimberlito. Esse material é formado pelo resfriamento do magma, que chegou até a superfície há milhões de anos, carregando elementos de regiões profundas do Terreno. Feitos de carbono submetido a altíssima pressão, os diamantes foram forjados até 200 km da superfície há ao menos 3 bilhões de anos.

A mina é um poço aberto por maquinas pesadas – como a representada na imagem abaixo –, baseada na escavação do kimberlito, a maior parte delas está na Proeza. No Brasil, a produção se concentra em minas formadas por corrosão de kimberlito. As águas de rios lençóis freáticos carregam pedras, que se concentram em áreas superficiais passam a ser exploradas por mineradores. As 26 toneladas de diamante produzidas no planeta movimentam US$ 13 bilhões. O maior comprador é a China.

TRABALHO ÁRDUO

Supermáquinas, explosivos subida ciência são usados para vasculhar toneladas de rocha.

Amaciando as rochas

Depois de achar provas geológicas da presença de diamantes, os mineiros escavam o kimberlito. Porém a utensílio deles não é picareta, não: os caras colocam explosivos em buracos de até 17 m de profundidade feitos pela perfuradora. Objetivo é fazer a rocha defende dobrar cascalho.

Trio paragem defende

Três máquinas gigantes fazem o trabalho maciço: a perfuradora abre buracos na rocha para a colocação de explosivos, a escavadora movimenta até 50 toneladas de rocha por minuto o caminhão mineiro leva 100 toneladas de material para o beneficiamento.

Buraco fundura

Com o progresso da escavação, o poço para mas afunilado, chegando a para centenas e centenas de metros de profundidade a quilômetros de largura. A maior mina de diamantes em operação, com 600 m de profundidade 1,6 km de diâmetro na secção mais larga, é a Argyle Diamond, na Austrália.

Projeto B

A escavação afunila demais, é preciso cavar um túnel paralelo ao poço. Do túnel principal, partem túneis perpendiculares para extrair a rocha mas profunda. No subterrâneo, são usadas versões menores das máquinas empregadas na superfície.

Coisa fina

O material tirado da mina vai para o processamento. O cascalho é britado um par de vezes, lavado peneirado. Logo após, as pedrinhas – de 1,5 a 15 mm – vão para um tanque de flotação. As pedras mas pesadas, com potencial de ser diamantes, ficam no altura as mais leves são descartadas.

Catando milho

Uma máquina de triagem equipada com raios X identifica os diamantes. Ao rolarem na esteira serem atingidos pela radiação, eles ficam fluorescentes. Um sensor registra essa claridade aciona um jato de espaço, que separa o que importa do restante das pedras. Por último, rola uma checagem manual.

Feitos para esplender

Mais ou menos 30% dos diamantes são gemas, isto é, têm peculiaridades ideologia para se tornar joias: cor, claridade, tamanho possibilidade de lapidação. O restante é empregado na indústria para a produção de peças de incisão, como brocas, discos, serras bisturis. Como transmitem calor velozmente, diamantes também são usados em termômetros.

VALE QUANTO PESA

Qualquer tonelada de terreno extraída rende 1 qualidade de diamantes (0,2 g)

Preço de mercado

Um caminhão sobrecarregado rende até 20 diamantes de 1 g. Pedras usadas em joias valem, em média, US$ 1 mil/qualidade. Para uso industrial, paga-se à roda de US$ 10/qualidade.

Além do clarão

O preço do diamante é fundamentado em cor, claridade, tamanho lapidação. Gemas azuis, laranja, vermelhas rosa são raras. Brancas amareladas são mas comuns (98% do totalidade).

Joia da diadema

O maior dos diamantes foi tirado na Feito do Sul em 1905. A pedra bruta tinha 3,1 mil quilates foi lapidada em nove. As duas mais grandes (Cullinan I II) foram dadas à grandeza britânica.

– Em 1714, foi encontrado o primeiro diamante no brasil, em um mina de ouro próximo a Diamantina, MG.

– O diamante mas custoso do planeta foi leiloado em Londres por US$ 46 milhões. O Graf Pink pesa 24,78 quilates possui coloração rosada.

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A Serra Pelada: história da maior mina de ouro do mundo

A Serra Pelada: história da maior mina de ouro do mundo

Serra Pelada foi uma extensa mina de ouro situada no estado do Pará Brasil, que durante seu auge foi considerada mina de ouro mais grande ao espaço de forma livre do mundo, porém, a mais violenta e sangria.

Como tudo começou: da esperança à exploração

Em 1979, uma menino estava nadando nas margens de um rio lugar e descobriu uma pepita de ouro de 6 gramas. A notícia se espalhou velozmente no final dessa mesma semana se iniciou uma corrida pelo ouro.

Durante o início da década de 1980, dezenas de milhares de garimpeiros foram em direção à Cordilheira Pelada, na esperança de como ganhar dinheiro com a invenção erigir um horizonte melhor para si mesmos. Apesar disso, eles se encontraram em um verdadeiro poço sem altura, de onde diversos nunca voltaram.

Pequenas pepitas foram rápida descobertas, com a maior pesando quase 6,8 quilos, porém a situação para as equipe não era simples.

Primeiramente, a apenas a forma de chegar ao lugar da mina era de avião ou a pé. Os mineiros costumavam remunerar preços exorbitantes com o propósito de os táxis os levassem da cidade mais próxima até o final de um caminho de terreno. A partir desse trecho eles caminhavam mais ou menos 15 quilômetros, para chegar até o sítio.

Aliás, durante o pico da corrida do ouro, a mina era conhecida por terríveis condições violência, a cidade que crescia ao lado era notória tanto pelos assassinatos como pela libertinagem.

Como funcionava o mina de ouro na Cordilheira Pelada

Qualquer minerador recebia uma dimensão de 2m quadrados para escavar. Logo, eles tinham que cavar seus barrancos, enchendo sacos de 40 quilos com terreno limo. Logo depois, carregavam os sacos pesados até 400 metros de escadas de madeira cordas (conhecidas como adeus-mamãe) para o cabeça da mina, onde o ouro era peneirado.

Como eles estavam limitados pelas fronteiras de seus barrancos, e exclusivamente opção era cavar, mais e mais profundamente. O obstáculo era que, quanto mas profundos fossem seus barrancos, mas perigosos eles se tornavam, porque as barragens entre os vizinhos ficavam mais frágeis amiúde caíam nos garimpeiros, enterrando-os junto com o ouro.

As equipe recebiam em média 20 centavos por cavar transportar qualquer saco de terra, com um bônus se fosse revelado ouro em qualquer deles.

A mediação militar

Durante o seu pico, a mina da serra Pelada empregou por volta de 100.000 cavadores ou garimpeiros em condições terríveis, onde a violência, a morte a libertinagem foram desenfreadas.

Três meses depois a invenção do ouro, os militares brasileiros assumiram as operações para impedir a exploração das equipe os conflitos entre garimpeiros proprietários.

Os garimpeiros só poderiam vender o minério tirado para o governo. Ao lado dos barrancos, havia um caixa da Caixa Econômica Federalista, onde o ouro era sólido o pagamento conformado em grana. Porém, a Caixa decidia os preços, pagando por volta de 60% a menos que o montante real.

Oficialmente, por volta de 45 toneladas de ouro foram identificadas na Cordilheira Pelada, porém aprecia-se que até 90% de todo o ouro encontrado no lugar foi contrabandeado.

O governo militar também passou a proibir mulheres álcool na mina, fazendo com que a cidade vizinha se tornasse uma cidade de “lojas prostitutas”. Milhares de meninas menores de idade se prostituíram por migalhas de ouro, mais ou menos 60 a 80 assassinatos ocorriam na cidade todos e cada um dos meses.

O termo da mina

A mineração da serra Pelada porque foi abandonada o poço se inundou, impedindo uma maior exploração. Não obstante uma série de esforços inúteis, a mina permaneceu fechada a partir de um logo, restando no sítio somente um lago profundamente poluido. Porém, levantamentos geológicos estimam que ainda poderia ter 20 a 50 toneladas de ouro enterrado sob o lago.

Em 1992, o governo brasileiro declarou Morro Pelada como uma suplente histórica do Brasil, encerrando possibilidade de estudo legítimo do solo. Porém, em 2002, o Congresso brasileiro anulou essa resolução deu aos mineiros o título do poço original da extensão ao volta.

Em 2012, após ficar praticamente intocada pelos últimos 20 anos, a companhia cooperativa brasileira recebeu uma licença de exploração, retomando as esperanças de descobrir o ouro que ainda resta escondido.

 

Corrida do ouro na Califórnia em1848

Em 19 de agosto de 1848, jornal New York Herald publicou uma notícia que levou muita gente a se mudar para a Califórnia: a invenção de ouro no rio Sacramento. Nos meses seguintes, milhares de pessoas de todo o planeta povoaram o seco ocidente dos Estados Unidos na esperança de se tornaram ricos. Porém foram poucos os que enriqueceram com a corrida do ouro. O próprio inventor das primeiras pepitas acabou pobre.

John Sutter, um rico imigrante helvético, construíra um possante uma serraria na localidade. Vários aventureiros pernoitavam ou moravam em seu possante. Numa tardiamente chuvosa, oito meses de antemão da publicação da reportagem no New York Herald, Sutter estava terminando seu expediente, o marceneiro James Marshall bateu à porta.

“Este estava completamente molhado”, contou Sutter à prelo no mês de novembro de 1857. “Diz que havia me trazido uma essencial interessante inovação, que só me contaria privadamente. Esmolou que fôssemos para um lugar sossegado, onde absolutamente ninguém nos incomodasse.”

Os 2 trancaram-se num quarto Marshall tirou do bolso duas pedrinhas brilhantes amarelas, que havia inventiva ao fazer um conserto na serraria de Sutter. Após borrifar as pedras valiosas com ácido nítrico, Sutter concluiu que “se tratava de ouro fino, de no mínimo 23 quilates”.

Notícia se espalhou rápida

Na manhã seguinte, Sutter galopou até sua serraria. Demandou aos operários que mantivessem a invenção em sigilo por seis semanas, tempo que pretendia aproveitar para comprar mas terras para procurar ouro. Porém, depois 15 dias, os operários deixaram esgotar a informação , em 12 de maio, um mercador galopou com uma garrafa enxurro de ouro em pó pelas ruas de São Francisco, gritando “Ouro! Ouro! Ouro no rio Ianque”.

Para a desgraça de John Sutter, a febre do ouro urgentemente atacou os moradores dos periferia de São Francisco. “Com a mesma rapidez com que a notícia se espalhou, meus operários começaram a me ceder. Primeiro, número reduzido de poucos; depois, foram-se o mundo inteiro – do vendedor ao cuca. eu fiquei numa situação de extensa premência”, contou.

Jornal sítio The Californian noticiou em 29 de maio: “Em todo o país, de São Francisco até Los Angeles, das espinhaço até ao pé da Morro Nevada, ouve-se o grito “Ouro! Ouro! Ouro!” – os campos estão cultivados somente pela metade, as residências inacabadas tudo desabitado, à exceção da produção de pás picaretas”.

Cidades-espectro

Pouco depois, jornal deixou de circunvalar, porque seus próprios funcionários abandonaram o serviço saíram à procura de ouro. Passaram-se várias semanas até a notícia da invenção de ouro ser publicada pelo New York Herald, um jornal de circulação vernáculo. Sutter decepcionou-se com a indiscrição de seus operários, porém próximo à sua serraria ocorreu Sacramento, a capital da Califórnia.

isso, em outras regiões dos Estados Unidos, por viravolta de 1850, multiplicavam-se as cidades-espectro, porque não se encontrava mas ouro. O marceneiro James Marshall nunca mas descobriu ouro em outro lugar, depois do inventiva na serraria de Sutter. Morreu pobre, 37 anos depois, num hotel de terceira categoria.

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